quinta-feira, agosto 30, 2007

A fava...

Manchester United
Roma
Sportém
Dinamo Kiev

Liverpool
FócuPorto
Marselha
Besiktas

AC Milão
Glorioso
Celtic
S. Donetsk


...mas com tranquilidade.

2 anos


Bush junior visitou Nova Orleães e disse a quem vive em contentores há 2 anos que o governo não os esqueceu.
De facto não esqueceu. Hoje, tal como em 2005, o governo de W. sabe perfeitamente a quantidade de necessitados que por ali sobrevivem e o peso morto que representam na economia americana.
Hoje, tal como há 2 anos, há muito a fazer por aquela gente e os meios continuam disponíveis.
O problema é que passados 2 anos o interesse de "ajudar" é o mesmo.
Há quem defenda que em 2005, a administracão Bush sabendo perfeitamente (e com tempo) do impacto que teria o Katrina, deixou a populacão entregue a si mesmo numa espécie de seleccão natural, onde não foram os mais fortes a escapar mas sim os mais abastados. Não muito. O suficiente para terem um carro…
Perante Batista, Fidel disse numa das suas primeiras alucinacões: "A historia me absolverá".
Bush W. perante Bush "Dad" colocou a mesma frase, mas acrescentou-lhe um ponto de interrogacão.
Absolverá?
Katrina, Iraque, Afeganistão e muitos atentados depois, eu espero bem que não.

O ateu


Fim das aterragens em azinheiras.
(via Arrastão)

quarta-feira, agosto 29, 2007

Do sofá

+ A sorte continua a ser a melhor táctica

+ O Di Maria vai lá. É só perceber que há 10 gajos a quem pode passar a bola.

+ O Rui Costa não vai aos mesmos treinos que os outros. É o único que pára a bola num raio de 10cm.

+ O Katsouranis foi a melhor coisa que o Nando fez desde que nasceu

+ O Nélson finalmente acordou para a vida.

+ Scolari, reparaste como um guarda-redes pode sair nos cantos e acertar na bola?


- O Nuno Gomes vai ganhar uma bola. É uma questão de tempo.

- Jogar com o Luis Filipe ou com um espantalho não é a mesma coisa porque com um espantalho ainda se pode fazer o clássico 2-1 (passa-desmarca-recebe)

We will always have Paris

Vá lá, vá lá que não se lembraram daquela portuguesa do 2^3=12

segunda-feira, agosto 27, 2007

E porque é que a vida não é só bola?






Porque o Nelson Évora acabou de ganhar a medalha de ouro no triplo salto nos mundiais de Osaca.


Muitos parabéns!

O português, o sueco e o inglês

Sueco mastigando uma sandes com pimento: Este fim de semana fui ver os Transformers.
Inglês mastigando uma sandes com tomate: E que tal?
Sueco mastigando uma sandes com pimento: Giro. Mas não havia carros da Ford.
Inglês mastigando uma sandes com tomate: Parece que a GM é que patrocinou aquilo…o Ford não ficava bem na foto.
Português falando com a boca vazia depois de mastigar uma sandes com queijo: E tu? Viste algo?
Inglês mastigando uma sandes com tomate: o Nemo.
Português falando com a boca vazia depois de mastigar uma sandes com queijo: Humm…e gostaste?
Inglês mastigando uma sandes com tomate: Sim. Tem muita cor.
Sueco mastigando uma sandes com pimento: E tu?
Português falando com a boca vazia depois de mastigar uma sandes com queijo: Estou a aprender a língua com os filmes do Bergman.
Sueco mastigando uma sandes com pimento: Como? Eles passam 12h calados a olharem uns para os outros!
Inglês mastigando uma sandes com tomate: E no fim morrem todos. Deprimidos.
Sueco mastigando uma sandes com pimento ao mesmo tempo que dá um golinho no sumo de laranja: Vê antes o shrek dobrado. É mais eficaz.
Inglês mastigando uma sandes com tomate: E ninguém morre.

C-1 submarino ao fundo

Taxas de juros mais altas que as actualmente existentes e pagamento do empréstimo tenha ou não emprego o aluno, um ano após concluído o curso.
Lá se vai a minha teoria das boas intencões.
Vale a pena ler.

sexta-feira, agosto 24, 2007

Load " "


Meus amigos, se isto não é servico público, não sei o que lhe chamar.

Glory days are back...e apenas com 48K de memória!!

quinta-feira, agosto 23, 2007

O bom petisco

Se eu fosse Peruano e visse o aproveitamento político que a oposicão tenta retirar de um terramoto, ficava de imediato contente com o governo.

Viva o Zé !!


O Governo prepara-se para aprovar uma lei que permitirá o financimento de cursos superiores a alunos sem recursos financeiros para tal. Crédito bonificado, ficando o estado como fiador e tendo o aluno que comecar a pagar o empréstimo 1 ano depois de concluído o curso.

As taxas de juros serão inversamente proporcionais às notas (médias de 16 para cima têm a taxa mais baixa).

De qualquer forma, esta é uma clara aproximacão ao sistema escandinavo de ensino e coloca os alunos em pé de igualdade.

Todos podem estudar, tenham ou não o dinheiro dos pais para tal.

Há que ter notas "apenas".

O relógio

Decididamente, nem sempre é bom saber.

(via Arrastão)

quarta-feira, agosto 22, 2007

O que passou na minha televisão

Vedetas a mais e pernas a menos.
Voltamos ao esquema táctico antigo: o da calculadora!

O balão

Os corredores da volvo foram feitos com a mesma régua dos campos de futebol.
Sempre que me desloco consigo trautear os 15 minutos do bolero de Ravel enquanto controlo a respiracão para não destruir o nivea "no white marks".
Quando estou bem disposto, o que segundo dados do INE acontece apenas em dias comecados por "S","T","Q" ou "D", gosto de trocar Ravel por uma boa melodia de festivais da cancão da era A.R.L.F.T.C.D.E.C (Antes de Rosa Lobato Faria To Cruz Dina E Companhia).
Simone, Tordo, Paulo de Carvalho e outros fazem questão de me acompanhar nestes corredores.
Hoje apareceu a Manuela Bravo queixando-se de que a vitória em 79 só lhe fugiu porque não a deixaram apresentar a letra original. O período era de nacionalismos e a defesa da lingua uma bandeira. Foi pena, porque diz quem estava lá e viu, que a consagracão mundial era o salto seguinte.
Tenho a sensacão que os criativos também não ajudaram…se bem que a garrafa de Porto puxada pelos pescadores representa todo um conceito.
Fora de portas e sem repressões, fiz questão de fazer a vontade à Manuela e trautear a sua melodia original.
Plena de poesia e totalmente diferente desta.



Bada bada bada bada badada
Bada bada bada bada badada

goes up, goes up, balloon goes up
goes up, goes up, balloon goes up


I live to dream,
Don't think bad about me
Better seems to be
Live my life this way?

In the wings of my dream,
it's good walk south hard,
I don't need a visa
nor a passport card

I don't have limits
Stop it's not my style
When my love says:

"wait for me sugar!"

To have that confirmation
is the light of my day
Go my golden balloon,

full of fantasy..

(all together com a malta que se cruza comigo no corredor)
Goes up, goes up ballon
Please ask to that star
If Can I live there and dreeeeeeam
I'll take my love with me
Because I know that I found
The perfect place to looooooove….

O lobby do cimento

Quer dizer que a Somague encheu os cofres do PSD para lá do que é permitido?
Huummm...é melhor devolverem o troco ao fisco.

terça-feira, agosto 21, 2007

800 Km : 2 = Norte e Sul (sem o P. Swayze)

" Os portuenses são uns trabalhadores natos, mas face aos dados de desemprego, qualquer dia passa a ter a cidade sem trabalho. Isto é mau para o Porto, mas porque é que não se vê aqui, o que se viu em Setúbal quando o desemprego andou por aquela zona? Isso mostra como as pessoas são diferentes. Quando, em Setúbal, fecharam algumas fábricas, as pessoas sentaram-se a um canto e só se levantaram para fazer manifestações e greves de fome. Ficaram à espera que o Estado resolvesse problema e ele resolveu, colocando lá empresas como a Ford. No Norte, as pessoas não fazem manifestações; arranjam biscates, emigram, vão seis meses para a Suíça juntar dinheiro, vão para o campo, não ficam paradas, nem têm tempo para actividades políticas. "

Manuel Serrão in JN




Estou certo que do Mondego para cima ninguém recebe subsídio de desemprego.
Estou também convencido que na Suiça não há ninguém de "Marrocos Oriental".
Aliás, parece que em Zurique há o melhor cimbalino do mundo.
Sempre que passo no interior Alentejano e vejo todas aquelas empresas penso sempre: "Ahhh...que pena o estado só apoiar esta malta quando há tão pouca indústria no norte".
Há várias entradas no dicionário da lingua Portuguesa que podem adjectivar o que M. Serrão tem no espaco reservado para o cérebro.
Tenho ideia que já referi uma delas num post qualquer.
Talvez nesse aí por baixo.
O do Kane.
Sim, isso.

O companheiro da Rosa

Li numa parede qualquer que "estes são os 100 filmes que você não pode morrer sem ver".
Apesar de ser optimista, não sou utópico e sei que quando tiver 120 anos vou ter alguma dificuldade em não adormecer com duas horas de filme. Além do mais, e fazendo da matemática uma muleta preciosa posso afirmar que por essa altura, em 2097, já terão saído mais 30 Bond's (a média é de 1 em cada 3 anos) que eu terei que ver pelo menos 10 vezes, sobrando-me poucas horas para outras películas. Sim, porque ainda há que arranjar espaco para os jogos do Benfica e mesmo admitindo que em 2097 o Mantorras terá 30 anos, é sempre algo que não pode faltar na minha agenda cultural. E não vamos novamente discutir de que forma camisolas vermelhas e um hino do Luis Picarra podem figurar no CCB.
Somando a isso as futeboladas com a malta e as churrascadas de bifinhos de frango (são melhores para a tensão alta), sobrar-me-á pouco tempo para a 7a arte e por isso resolvi arrepiar caminho.
Nunca percebi muito bem porque é que um arrepio pode ser equivalente a um atalho. Pobres no bolso, mas ricos na língua.
Atalhei e comecei pelo Citizen Kane, a obra prima de Orson Welles. Diz quem percebe de isco que é um dos melhores filmes de sempre. Há muitas votacões que o colocam como "o" melhor filme de sempre.
Confesso que fiquei desiludido. Isto claro para ser educado e não dizer "grande m*****!!"
Mas é isso que eu penso. Grande e valente M****!!!
Resumindo a coisa fica assim:
Um gajo muito, muito rico (Kane) morre e a última palavra que diz é "Rosebud". Jornalistas investigam (e durante esse período, que é o filme todo, vão falando com outras pessoas que conviveram com Kane e nós, espectadores, vamos vendo como foi a vida deste) a possível origem desse nome. Percebemos como ele ficou rico, que negócios tinha, como era a sua vida amorosa, etc, etc. No fim, os investigadores desistem de perceber e enquanto algum do seu espólio é queimado vemos um trenó, presente de natal de uma mocidade distante a arder. O trenó tinha um nome que o fogo vai comendo: "Rosebud".
No leito da morte, um ricalhaco deixa para a posteridade como última palavra o nome de um trenó dos seus tempos de inocência.
E pronto. É isto.
Estou certo que alguém me pode explicar onde está o "uaaahh" deste filme.
É que eu não o encontrei. E fartei-me de procurar.