domingo, maio 31, 2009
sábado, maio 30, 2009
sexta-feira, maio 29, 2009
Pernas para que te quero

Nós por lá

quinta-feira, maio 28, 2009
Como ultrapassar a esquerda pela esquerda
Assustadoramente óbvio.
O problema é que foi o Paulo Rangel que o disse.
Miguel, Ilda e Avô Cantigas: abram os olhos!
quarta-feira, maio 27, 2009
A minha aposta
terça-feira, maio 26, 2009
Nota de rodapé
Significa isto que os temas de campanha devem ser os problemas da europa.
Eu sei que a europa é um conjunto de países e que os problemas destes fazem os problemas do todo, mas se comecam a corrida aos mercados e as discussões com os agricultores, não desviam 1cm do discurso e abordagem de qualquer eleicão interna.
Há que envolver os portugueses nos problemas da UE e por incrível que isso possa parecer, estes não acabam no Bolhão.
Já se prendia qualquer coisa...
11 anos dizem eles.
A minha pergunta é simples:
-quanto tempo mais temos que esperar até ver Vale e Azevedo em Caxias (não é preso em casa no conforto do palácio) a cumprir pena efectiva?
Daquelas mesmo à moda antiga. Com o pijama das riscas, a comer do tabuleiro e a tomar banho com gajos de cabeca rapada.
Esse dejecto humano goza com uma república inteira. Tem não sei quantos mandatos de captura, pedidos de extradicão e por artes mágicas consegue adiar tudo, engonhar sentencas e pelo meio ainda vai dando uns calotes na Unita e no senhorio.
Ainda há quem defenda este tipo de gente, o que não deixa de ser um caso digno de reflexão.
Uma dica para o MP e para a PJ: deixem lá a papelada e as burocracias e centrem-se no que conta. O estado de direito já esgotou a boa vontade. Ele tem mais crimes no CV do que o Sampaio sardas no nariz. Há uma rapaziada ali perto de Gaza que lida com estas coisas e não faz muito barulho. "Mos.." qualquer coisa. Agora não me lembro.
Let the games begin
2. Miguel Portas defende aos microfones da TSF que 36h de aulas são é uma carga muito grande e que a partir dos 16 anos os miudos que não sabem sequer onde fica a Bélgica já devem votar.
3. Nuno Melo defende que fará tudo o que puder por Portugal em Bruxelas (que é o mesmo que dizer "tentar alargar os subsídios até à eternidade" ) e que nem sabe quanto é que vai ganhar no PE.
4. Portas diz que as pessoas sabem que se há partido que não falou mal só por falar e que apresentou alternativas, esse partido foi o CDS (diz lá outra vez??)
5. Rangel não se cala com o provedor e esse é o programa para a europa.
6. Vital anda pelo país em campanha própria e nunca ouviu falar no PS.
Comecou a campanha para as europeias.
O discurso?
É o costume sff!
sábado, maio 23, 2009
O fim do campeonato, o início das primeiras páginas com coxos...
Apesar da época miserável e de mais 365 dias sem títulos (a taca da cerveja não conta), defendo que Quique Flores deve continuar.
As razões são simples:
- foi contratado para um projecto de 2 anos
- o passado ensinou-nos que é a estabilidade que traz sucesso
- já percebeu como funciona a liga portuguesa (imagino eu)
- é humilde o suficiente para aprender com o erros (Léo, etc)
- traz uma elevacão para a Luz que na minha opinião é necessária
- não é um labrego e fala português tão bem como o J.Jesus
E depois há aquela questão de bolso que se prende com as notas que ele tem que receber se for agora para Ayamonte. Notas essas que não devem abundar para os lados da Catedral.
Nada de pânico.
Quique mais um ano.
Luisão, Cardozo, Katsouranis, Aimar, Reyes, DiMaria e todos os outros que sabem atar as botas sozinhos são para segurar.
Balboa e amigos (não são muitos, há que admitir...) a andar e rápido.
Isto se fosse eu a mandar, claro.
E comprava também uns cestos de fruta. Vão dar jeito para o ano.
Os 2% do PIB

quinta-feira, maio 21, 2009
Long story short
quarta-feira, maio 20, 2009
Devagar e a passo, mas na direccão certa
No meio da tempestade conseguimos aumentar a competitividade do país.
Palavra de suico.
O nome
Depois de Elisa Ferreira ter dito que ia ao Parlamento Europeu dar só o nome, Sócrates, como secretário geral do PS, deveria ter actuado em conformidade.
Tirar Elisa Ferreira das listas para as Europeias e Autárquicas seria o mínimo. Desta forma, o eleitor contribuinte poderia acreditar que o parlamento europeu não é mais do que uma gulag dourado e que os políticos se mexem por conviccões em vez de conveniências.
Assim ficámos apenas a perceber que um tacho será sempre um tacho.
Sócrates falhou.
terça-feira, maio 19, 2009
Badajoz à vista
quarta-feira, maio 13, 2009
E a Somália aqui tão perto

Sem qualquer base científica que o justificasse, tinha por certo que a vaga de imigracão do séc.XXI nada tinha a ver com as anteriores, mais especificamente as que aconteceram durante a ditadura. Era minha conviccão que hoje em dia os portugueses já não emigravam para fazer trabalhos que os locais não queriam.
Esta minha nocão, assumidamente errada, baseava-se no facto de o acesso às universidades ser hoje muito mais fácil do que era, por exemplo, há 50 anos atrás.
Vem esta conversa a propósito do debate sobre a imigracão em inglaterra. A crise e a escassez de emprego gera, entre outras coisas, a discussão sobre quem está a mais. Embora as vozes se oucam mais nestes tempos complicados, já em 2007 se tinha feito um estudo que acabou em relatório e documentário (se não me engano do canal 4).
Inglaterra, Irlanda e Suécia foram os únicos países que não impuseram limites para a imigracão quando a UE deixou entrar os novos estados membros. Isto justifica em parte as hordas de estrangeiros que receberam. Assim e em resumo, com mais ou menos flores nas palavras, o que os ingleses queriam era diferenciar por comunidades, quem pesa no orcamento e quem contribui.
Sentei-me a ver o documentário. Mais valia ter ficado quieto.
As estatísticas são aterradoras para a comunidade lusa. Os imigrantes portugueses são dos que contribuem menos (salários mais baixos), são os que abandonam a escola mais cedo e são aqueles cujos filhos têm o pior desempenho na escola inglesa. De imediato pensei que a nossa comunidade seria da " vaga Salazar" e fui ver a média de idades. Novo engano. A média é de 33 anos ou seja, é a minha geracão. Imigracão recente.
No documentário abordam o caso específico português. As nossas estatísticas deixam-nos longe de qualquer povo europeu ou norte-americano (canadianos e americanos são compreensivelmente as comunidades com maior sucesso) e aproximam-nos de paquistaneses e somalis. Acho que não preciso explicar o que é a comunidade paquistanesa em Inglaterra nem referir que maior parte dos somalis ali chegam como refugiados. No entanto, não são apenas as comunidades de primeiro mundo que têm sucesso. Nigerianos, indianos e polacos, entre outros, apresentam altos níveis de educacão e por isso, resultados melhores.
Convém também explicar que "resultados" aqui não são só números. Representam vidas melhores.
O caso polaco foi um contra-ponto ao caso português. Um casal saiu da Polónia assim que estes entraram na UE, uma vez em Inglaterra fizeram aquele tipo de trabalho que ninguém quer assegurando a permanência no país. Sendo pessoas com educacão superior não demoraram muito a arranjar emprego na sua área. O que disse o empregador para deixar 30 ingleses de fora e recrutar o polaco? Tem um cv impecável, a formacão certa, é competente e tem fome de trabalho. Simples. A educacão como base de todo e qualquer sucesso. É por isto que dentro de pouco tempo todos os novos membros de leste vão ultrapassar Portugal na corrida pelo desenvolvimento. Não há volta a dar, não há milagres, não há atalhos. Educacão séria e competente (não vale a pena formar analfabetos) é o ÚNICO caminho.
Fizeram o mesmo ao casal português. Viviam num quarto com um filho e esperavam por uma casa da seguranca social. Tinham empregos não qualificados e o miudo tinha dificuldades na escola atribuidas à falta de bases que trazia de casa. Ainda assim, diziam que estavam muito melhor do que em Portugal porque ali tinham dinheiro para a comida. Imagino o pardieiro de onde saíram.
Depois de ver este documentário e de sentir tamanho murro no estômago resolvi investigar um pouco. Li o relatório e fazendo fé no que se escreve por lá, não há qualquer diferenca entre quem sai hoje de Portugal e quem há 50 anos foi lavar escadas para Paris.
Esquecendo por agora a vergonha de ver patrícios com igual desempenho de refugiados, centremo-nos no que importa. Significa isto que a educacão não evoluiu em Portugal?
Voltei às estatísticas, desta vez da OCDE.
Em 1991 apenas 8% da populacão tinha um curso superior. Em 2002 passámos para 9%. Segundo a OCDE em 2002, 80% da populacão não tinha o secundário concluído. De referir ainda que entre os países da OCDE só México e Turquia têm estatísticas piores. Nos países de primeiro mundo 1/3 da populacão tem um curso superior. No caso do Canadá por exemplo (um dos 5 primeiros países em todos os rankings de desenvolvimento e qualidade de vida) esse número sobe para quase metade da populacão.
Não melhorou. Decididamente só por coincidência geográfica é que nos podemos considerar um membro da UE. A educacão TEM que ser a aposta dos governos dos próximos 30 anos. Não há outro caminho.
As novas oportunidades são uma boa medida, a escolaridade obrigatória também, o magalhães também, a avaliacão de professores também. Há que continuar esse caminho e não virar a cara sempre que a Fenprof e demais medíocres comecam aos gritos. A salvacão do país depende da educacão. Era bom que todos o percebessem. Mas, mais importante de que educar para as estatísticas é educar com qualidade. Facilitar exames (como a prova de matemática do ano passado) para aumentar a taxa de sucesso não serve de nada. Educacão é o caminho, mas com qualidade e exigência. Para formar ignorantes e geracões de incapazes não se incomodem.
terça-feira, maio 12, 2009
Quando a cultura traz cotão
Mesa multicultural.
Algumas cervejas e discussão política animada.
Europeus e africanos discutindo realidades distintas e modelos sociais.
A conversa agradava-me.
Sem saber como o assunto foi parar ao banho.
Pareceu-me má ideia.
Mas eles avancaram.
Um dos africanos explicava orgulhosamente que só tomava dois banhos por semana.
"Dois?"
"Sim, habituei o meu corpo a essa quantidade de banhos."
"Habituaste?"
"Sim. Não trabalho nas obras, estou sentado em frente a um computador, porquê tomar banho?E não cheiro mal. Eu sei que não cheiro mal."
"Mas já perguntaste a alguém?"
"Eu sei que não cheiro. Lavo o sovaco todas as manhãs!"
"Bom...assim já me parece bem mais espectacular."
Por curiosidade e percebendo que era o único estupefacto, resolvi perguntar ao outro africano.
"E tu?"
"Quatro vezes por semana. Mais uma se for ao ginásio."
"É por isso que estragas a pele!", diz o outro africano.
Continuei com o inquérito e passei aos suecos.
"E vocês?"
"Dia sim, dia não. No inverno não suo muito."
"E vocês lá no sul?"
"Bem, nós no sul deixámos de tomar 2 banhos por semana a partir do séc.XIX. O cheiro incomodava e os franceses quando nos tentaram invadir não trouxeram perfumes para a troca!"
Comeca o burburinho na mesa...
"Pois já tinha ouvido dizer que se lavavam mais no sul".
"Um amigo meu tinha uma namorada italiana e teve que comecar a tomar banho todos os dias senão..."
"Eu quando estava na escola tinha que tomar todos os dias porque me sentava entre duas raparigas e..."
Achei melhor interromper com a questão que se impunha.
"Nunca vos passou pela cabeca, pelo menos em adultos, ir ao duche só porque sim? Pelo cheiro a lavado? Pela aquela sensacão boa de ausência de cola?"
Pelos olhares de espanto percebi que não.
Por outro lado, estava ali explicado, preto no branco, porque é que muitos dos meus colegas cheiram a refugado às 9 da manhã.
E o mais incrível é que o ser javardo é aceite como uma diferenca cultural.
É assim e está tudo bem.
Cheira a cebola no tacho com azeite?
Cheira sim senhor.
Mas é fashion.
Pergunto-me, quem terá sido o génio que mudou de assunto?
segunda-feira, maio 11, 2009
Crónica dos bons malandros
Agora que todos estão oficialmente nas posicões combinadas já se pode falar.Terminou o campeonato e terminou tudo em bem, se me é permitido.
Para a história ficará o vigésimo quarto (se não me engano...) título do Porto.
Isto porque entre nós a história escreve-se com a mesma caneta que o Estaline usava. As partes que não interessam são apagadas.
Pois para mim este ano ficará na memória. Pelas piores razões mas ficará.
Foi o ano em que a corrupcão desportiva atingiu o seu pico, actuando livre e descomplexada. Sem o mínimo de vergonha, foi malhar até partir.
Aproveito também para dizer que apesar do tom vermelho que por vezes me afecta as lentes, não tenho qualquer problema e fair-play em reconhecer a justica da vitória a qualquer adversário. Já o fiz várias vezes, a última das quais no ano passado. Aproveito também para dizer que há muito que defendo que os casos de corrupcão investigados são a ponta do iceberg porque os anos em questão (os do Mourinho) foram aqueles onde o Porto foi esmagadoramnete superior, com um plantel magnífico e com um brilhante treinador. Nesses anos foram justos campeões. Isso não justifica as ilegalidades praticadas e muito menos justifica todas as cambalhotas legais realizadas para invalidar provas que todos ouvimos. Ainda assim e é aqui que quero chegar, o mérito desportivo dessa equipa é inquestionável.
Esse não é contudo o cenário desta época. O Porto venceu o campeonato com uma equipa de bons rapazes (hulk, lisandro e rodriguez/lucho meia época) e sem banco. O Benfica por seu lado tinha claramente o melhor plantel. Uma equipa que se dá ao luxo de deixar N.Gomes, Cardozo, DiMaria e Katsouranis no banco tem que ser campeã, pelo menos em Portugal.
O Sporting como sempre (ou pelo menos desde que os violinos se calaram) não entrou nestas contas. Se não me engano nunca chegaram ao primeiro lugar. Fizeram o seu papel. Calados, obedientes, a chorar na hora certa e a recompensa chega pelo terceiro ano seguido (10Meur). Pode parecer que não, mas para um clube em falência técnica, esta lealdade significa sobrevivência.
A época divide-se em duas partes: antes do Porto-Benfica e depois desse jogo.
Na primeira parte o Benfica andou sempre entre o primeiro e o segundo lugar. Foi vítima de arbitragens como eu nunca vi na minha vida e teve que jogar jornada após jornada contra 14. Não vale a pena dissecar os casos novamente, eles estão espalhados por todo o lado. Setubal, Nacional, Leixoes, Naval, Guimaraes, Rio Ave foram os casos mais gritantes. Custaram pontos e nunca permitiram descolar dos adversários. Apesar dos meses de castanhada, chegámos a Fevereiro, dois meses do fim da época, com a hipótese de recuperar a lideranca. No jogo contra o Porto, dominámos do primeiro ao último minuto e foi mais um penalti de cartola que os salvou. Esse jogo mostrou, entre outras coisas, qual das equipas era superior e mostrou também até onde se iria para atribuir este campeonato aos pagantes.
A partir daqui ainda houve uma ligeira reaccão do Benfica, anulada por uma série de jornadas com o "penalti Lucho". Quando o Porto saiu da liga dos campeões o campeonato já lhes tinha sido entregue. Mesmo assim e com o Benfica de gatas, ainda consegui ver um penalti e golo legal ignorados na Luz (Guimarães) e um árbitro a quem só faltava bater os pontapés de livre (marítimo). Também aqui o objectivo era claro: entregar o segundo de bandeja aos calimeros. Cada um com o seu prémio.
Há erros internos que devem também ser assumidos. Jogar a época toda sem os dois avancados, insistir no Amorim na direita, embirrar com o Léo, a ineficácia a defender (os golos do trofense não cabem nos regionais) e a clara falta de fio de jogo (metade da época foi de chuto para a frente e o Suazo que corresse...) mostram que nos treinos se passa muito tempo em banhos e massagens. A absolutamente miserável prestacão na Uefa e na taca de Portugal são entre outras coisas, motivo de vergonha. Um plantel destes, a jogar em campos inclinados ou não, tinha que suar mais a camisola (vejam o Maxi por exemplo, que é coxo dos dois pés mas não desiste de nada!), tinha que correr mais e tinha sobretudo que ter um pulso firme e motivador por trás. Quique falhou, mas acho que deve continuar.
O fim de época tem sido pouco mais do que penoso e nada justifica a falta de motivacão e empenho que colocam em campo. Que eu saiba os salários chegam todos os meses a tempo e horas. Esse é o único motivo que precisam para deixar a pele em campo, por isso, facam-me o favor! Motivacão preciso eu para os aturar e sofrer durante 90 minutos...e faco-o de borla!
E agora?
O futuro, ao contrário do que dizem os católicos, não pertence a Deus.
Já está a ser planeado e não me parece que seja muito diferente do presente. Guilherme Aguiar prepara-se para voltar para a liga e prolongar os anos dourados.
Os 41 jogadores emprestados (sim, são 41) vão continuar a contribuir na medida das possibilidades e os treinadores emprestados também. O Olhanense que se prepara para subir já tem tudo o que é preciso para o sucesso (jogadores emprestados e Jorge Costa a treinar - uma espécie de Domingos "não estava a olhar" Paciência). Reyes, segundo leio vai seguir o caminho de Rodriguez e mudar-se para Gaia. Parece que não mas campeonatos inclinados com acesso a milhões fazem alguma diferenca. É um ciclo difícil de quebrar. A coisa está portanto bem encaminhada para mais uns anos do mesmo.
Há quem defenda que o Benfica deve sair da liga portuguesa e ingressar na espanhola. Seria engracado. Por um lado o Benfica em Espanha estaria a lutar com o Osasuna para não descer de divisão, por outro lado a liga portuguesa ficaria na bancarrota porque a marca que gera dinheiro não estaria cá (sim, ou acham que são as cores das cadeiras vazias em alvalade que trazem dinheiro?). Neste momento e sem a mama da LC, são os sócios do benfica e adeptos que suportam o clube (vejam as assistências na Catedral, apesar de tudo) e é por isso que eu acho que qualquer solucão fora da liga portuguesa não faz sentido. Há que ficar, roubado ou não, e suar a camisola de Agosto até Maio. Depois logo se vê. Mais cedo ou mais tarde os tribunais funcionarão.
quarta-feira, maio 06, 2009
O camarada Vasco
Nesse tempo longínquo em que os japoneses ainda não tinham inventado a playstation e os putos esfolavam joelhos na rua, Vasco Granja era uma referência.Parece-me que a minha geracão via os seus programas com uma e uma só dúvida: "Falta muito para a pantera cor-de-rosa ??"
Reconheco hoje o trabalho de divulgacão e as diferentes perspectivas de animacão apresentadas.
Hoje, claro.
Na altura perguntava-me se a Roménia e a Checoslováquia ficavam no bairro do lado.
Ainda assim, Bugs Bunny, Tintin e outros marcavam a diferenca para a animacão sanguinária que hoje se consome.
Aos meus olhos pareceu-me um crescimento mais "saudável" para o qual Vasco Granja, indiscutivelmente, contribuiu.
terça-feira, maio 05, 2009
"That's one small step for [a] man, one giant leap for mankind"
O rio ali em frente é o Göta.
segunda-feira, maio 04, 2009
Trettiotvå
sábado, maio 02, 2009
Sobre a agressão a Vital Moreira
A partir daqui evitava-se o folclore...
. Se Vital Moreira devia passar numa manifestacão cheia de militantes comunistas (era o que faltava ter ruas divididas por cores partidárias!)
. Se a CGTP (e por arrasto o PCP) devem ser responsabilizados (desde quando é que um partido pode ser responsável pela educacão individual de cada um de nós??)
. Se alguém deve pedir desculpas (Carvalho da Silva lamentou o facto e isso parece-me suficiente...mais é assumir culpas que não tem)
Atrasados mentais há em todo o lado. Infelizmente Vital Moreira passou perto de um na altura errada. E é isso que há a lamentar. A falta de educacão, de civismo e de cultura democrática.
Espero que não te tenhas esquecido dos "souvenirs"
Já que é para roubar, fá-lo com estilo.
Não te preocupes com a publicidade. Nas próximas eleicões os otários voltam a votar em ti.
sexta-feira, maio 01, 2009
1 de maio, dia do trabalhador




