quarta-feira, dezembro 24, 2008

Feliz Natal

Um dia diferente.
É um bom adjectivo e uma óptima forma de comecar estas linhas.
Se o natal acontece sempre que um homem quer, então devo confessar que o este ano o Pai Natal passou por aqui mais cedo.
Bem mais cedo.
Se a calculadora não me engana, o velhote apareceu a meio do verão. Espalhem a notícia, disse ele.
As habituais melodias de natal são este ano acompanhadas por uma percurssão muito especial.
O puto mexe-se. E bem.
Faz-se notar e de uma maneira muito particular estabelece comunicacão. Vou ser pai.
Pai!
Estou ansioso.
Quero vê-lo.
Rápidooooooo!!
Quem me conhece pergunta: "E estás preparado?"
Não, claro que não. Se estivesse preparado para qualquer coisa antes dessa coisa acontecer não seria eu. Mas, como de costume, tenho uma enorme vontade de fazer bem.
Será que é difícil?
Imagino que sim.
Tenho 1000 perguntas, que de momento não aparentam ter resposta.
Com calma.
A seu tempo encontrá-las-ei.
Para já só o quero conhecer.
E abracar.
Muito.
O meu natal está feito.
Este e os próximos!
Um filho!
O meu filho!!
Feliz Natal.

sexta-feira, dezembro 19, 2008

In your face!

Informáticos com tempo livre.
Chinelada grátis.
Aqui.


Ps - Quique, nem com os Metallica pá?? Menos do que 5 na segunda e nem o bacalhau da ceia me safa!

quinta-feira, dezembro 18, 2008

Turn your light on, because there's a monster

Continuo a achar que os problemas do país se reduziriam significativamente se alguém arranjasse um emprego ao Santana Lopes.
Volta para a C.M.L apoiado pela ala "encostada", sem o apoio de quem ainda tem alguma vergonha e com a líder num estranho limbo entre "vou tentar assassiná-lo politicamente pela 49a vez?" e "a distrital que assuma as responsabilidades".
Será curioso ver a reaccão do povo de Lisboa. Ou muito me engano ou Santana não terá a mesma sorte que Felgueiras, Valentim e Isaltino.
A história dos contentores vai pesar no menu do PS, mas ainda assim (para mal da democracia), não há qualquer alternativa credível a António Costa.
Talvez uma reedicão do bloco Ps/CDU/Verdes ?
Em todo o caso, o PSD dispensou esta câmara. Apresentar Santana nas autárquicas, é o mesmo que largar um cubo de gelo no sahara e esperar que este se multiplique.
Qualquer cenário que não seja este significa que perdemos (todos), a nocão da realidade.

Time to pay!


quarta-feira, dezembro 17, 2008

Encontro com a realeza



Entro numa reunião.
Estão lá directores, fornecedores e há um ar de respeito.
Tenho que me concentrar e evitar adormecer enquanto conto o número de tomadas da sala.
Estou mesmo concentrado.
Mesmo, mesmo.
Depois de 5 minutos a congelar pergunto: "Temos mesmo que ter esta janela aberta? Não estamos propriamente nas Caraíbas..."
Um rapazinho a atirar para o bronho e com cara de chateado diz: "Antes frio e ar fresco do que este cheiro. Alguém se andou a largar a tarde toda nesta sala!"
Fica um silêncio de cortar.
A chefe tenta desanuviar dizendo: "Não fui eu!"
O bronho não retira a cara de incomodado.
Eu esqueco as tomadas e meto a cabeca na agenda para conter o riso.
Acho que disfarcei bem.
A baba no canto da boca é que me lixou.
Este camarada define-se em poucas palavras: elegância, subtileza e descricão.
Joga com os dois pés, tem 1 filho e é fã de Robert de Niro, acrescentaria o grande Gabriel Alves se pudesse.
Pormenor importante: quando fez a fineza de dizer que alguém se estava a "rasgar", fê-lo em inglês, de forma a que os fornecedores alemães na sala e do outro lado da linha percebessem.
Estou claramente entre a realeza.

segunda-feira, dezembro 15, 2008

EMEL, the revenge



Há muitas e variadas formas de comecar a semana.
"Bem" é a palavra que se procura.
A semana passada, já maravilhosa q.b., terminou com uma bela multa colada ao vidro do carro.
Comeco a pensar que tenho um certo carisma para multas. Atraísse dinheiro como pesco multas e há muito que tinha conta no BPP.
Desta vez, dirigi-me ao parquímetro e pensei: "17.55h e o parque fecha às 18.00h, que se lixe, não ponho moeda!"
A minha larga experiência na matéria diz-me que os "verdinhos" dão sempre uma tolerância de 10 minutos antes de passar a multa, logo, estava numa situacão de "impossibilidade técnica". Não existia qualquer possibilidade de receber um brinde desta vez.
Falhou o cálculo….quando lá cheguei, o rapazinho da EMEL tinha usado os últimos 5 minutos disponíveis para me entalar.
A vontade era tal que até escreveu no papel uma hora em que o carro não estava estacionado.
Fiquei, como direi, um pouco….não é?
Comi e mastiguei durante o fim-de-semana.
Hoje de manhã, a caminho do trabalho liguei para a "EMEL". Expliquei a situacão e coloquei um pouco de banda sonora, só para dar ambiente.
O camarada do outrol lado da linha era de uma simpatia tal que nem me deixou argumentar.
"Manda a multa fora que eu vou cancelá-la e falar com o caramelo que a passou!", disse ele.
Uma multa cancelada numa segunda de manhã, era o "bem" que procurava para iniciar a labuta.
Malta da EMEL, mesmo para vocês que exercem a profissão mais repugnante do universo, existe um código de conduta.
Ide lá ler a pág.14, parágrafo 2:
"Não entalarás nos últimos 5 minutos"
Embrulhem.
E boa semana.

sexta-feira, dezembro 12, 2008

Welcome to the jungle, we've got fun and games



E eis que chega 6f.
Em boa hora se me é permitida a confidência.
Esta semana, em termos profissionais, foi sem dúvida a mais complicada destes anos que levo a virar frangos.
Já todos foram informados. Cada um de nós sabe por esta altura do campeonato se deve correr para o monster.com ou para a máquina de café.
Aqui, no fabricante de autocarros para a carris, tudo voltou à normalidade. O terror do início da semana deu lugar à tranquilidade. Os que por cá continuam podem voltar à rotina de 15 cafés por dia e 19 intervalos para bolo. Quando vier o próximo susto logo se trabalha mais um bocadinho.
No outro estaminé (o que me paga) a coisa foi mais séria. Muitos dos meus colegas mais próximos foram despedidos. Vi gente a chorar, desesperada, inconformada e sem saber que rumo dar à vida. Há palavras e imagens desta semana que nem tão depressa vou esquecer.
Na angústia do momento, vi pessoas a perguntar: "porquê eu?"
Aconteceu mais do que uma vez, com diferentes pessoas e nestas coisas da sorte, raramente falho…
Tive a "sorte" de estar por perto quando um colega foi informado do seu infortúnio (porque é que não fui mijar??). Olhou para mim e disse: "Porquê eu e não tu? Eu estou cá há mais tempo!"
Eu sabia explicar em poucas palavras o porquê. Até sabia os detalhes que o tinham conduzido ali. Numa perspectiva construtiva, até teria sido uma boa oportunidade de o ajudar para que não cometesse os mesmo erros no futuro.
Mas…não se casca em quem já está de gatas.
A pedagogia fica para outras núpcias.
"Lamento o que te aconteceu, também não sei porquê…posso ajudar-te com o cv, empresas, qualquer coisa?", foi a minha resposta.
Outro colega, com idêntica "sorte", não teve tanta paciência e desancou (com argumentos) um gajo que lhe repetiu idêntica pergunta.
Depois da selva que foi esta semana, os macacos travam-se de razões tentando procurar justificacões para o sucedido.
Estou certo que se criaram alguns ódios. É uma pena, mas também é inevitável. Ninguém quer estar fora. Compreende-se perfeitamente.
Agora há que seguir as notícias e rezar (para quem sabe).
Obama parece querer injectar qualquer coisa na GM e na Ford, mas para já o senado bloqueou a ajuda. O governo sueco também já fez as contas à vida e resolveu disponibilizar uns trocos para a indústria.
O cenário não é animador.
Apertem os cintos e respirem pouco, as previsões apontam para dois anos desta vida.
Depois volta o el dorado.
Aqui ou em qualquer outro lado.
Epá…não era para rimar.
Mas que se lixe…fica assim.
É sempre uma boa forma de acabar.
Bolas…rimou outra vez.
Assim já dá muita cana.
Ok, agora é a valer.
Adeus e bom fim-de-semana.

quarta-feira, dezembro 10, 2008

O escabeche


Aprecio deveras o escabeche que se montou com as faltas dos deputados.
Aprecio também usar a palavra escabeche e nesse sentido, o meu obrigado aos camaradas deputados pela deixa.
De uma forma geral, aprecio apreciar.
Deixemo-nos de ironia.
Deixemo-nos não!
Deixo eu a ironia, já que largo o meu discurso na primeira pessoa do singular. Se fosse brasileiro poderia largar o mesmo discurso na terceira pessoa do singular, mas seria muito mais difícil de compreender.
Assim é cristalino.
Porquê tanto azedume minha gente?
Porque vão aborrecer a Manuela com detalhes?
Sim senhor...alguns assinaram e foram para o spa nas amoreiras e outros nem lá meteram os pés.
Certo...também entalaram a votacão.
Mas...e depois?
A votacão é o climax da visibilidade. É o momento em que levantam o braco (ou carregam no botão) e por isso, mais facilmente se detectam as baldas.
Foi azar.
Podiam ter combinado e não se baldavam todos ao mesmo tempo. Deu nas vistas rapaziada.
Ainda assim, já que se fala no funcionamento da democracia e coisas bonitas, parece-me bem mais prejudicial ter aquela malta a dormir o ano todo na assembleia.
Vejam os debates, as sessões de esclarecimento ou qualquer outra coisa que meta discussão. Consoante o tema (além dos líderes da bancada) são quase sempre os mesmos que falam. Há deputados que passam a legislatura sem abrir a boca. Não sei que contribuicão dão nas comissões e demais tachos, mas mais de 50% daqueles artistas são tão importantes para as discussões na assembleia como o estuque das paredes.
Se repararem nas faltas no parlamento europeu, também são os portugueses (com o Deus Pinheiro à cabeca) os que se esticam mais nos corredores. Está no sangue. Uma vez no poleiro, há que gozar a vida. Profissionalismo e sentido de dever, fica para mais tarde.
Um conselho rapaziada, para a próxima passam uma procuracão ao Rangel e ele vota por todos. Ninguém nota e evitam aquele aborrecimento de atender o telemóvel a meio da massagem.
Parece que não, mas ainda é uma macada.

domingo, dezembro 07, 2008

Estou pronto


Como dizia um antigo professor: a economia não cresce, a 2a circular não mexe, o desemprego aumenta e a crise é geral.
Mas a partir de amanhã ninguém liga, o Benfica ganhou!
Venha de lá essa semana tramada!
Já tomei o xarope.
Ps - Um destes dias, ainda gostava de ver o Setúbal a disfarcar melhor a passadeira vermelha que estende de cada vez que o FóCuPórto visita o Bonfim.

sexta-feira, dezembro 05, 2008

Sorri, vais ser despedido


Tristezas e chatices dessas como despedimentos e tal só na segunda-feira.
Hoje é dia de festa.
Mais precisamente a de natal.
Até para bater certo com a época.
A despedida, chamemos-lhe assim.
E em estilo. No CCB cá do sítio.
Salmão, schnapps e sapatos de danca.
Combinacão explosiva.
Let the show begin!

Não vacila, não vacila!


Encontrado no Pavilhão Rainha D. Leonor, nas Caldas da Rainha, o regime de multas para a equipa júnior do Glorioso.
Rapaziada, fiquem-se pelo xixizinho no duche que a chapada no rabo está pela hora da morte.

quinta-feira, dezembro 04, 2008

Life was like a box of chocolates



Dificilmente o cenário poderia ser pior.
Para a semana comeca uma nova vaga de despedimentos e todos esperam por um telefonema, segunda ou terca-feira.
Quem não receber uma chamada, está safo.
Volvo e Semcon são os primeiros. A Saab é o freguês seguinte.
A GM anunciou que a Saab é para vender. E depressa!
Eu pensava que o número de desempregados ficaria nos 20 000, mas não.
Há mais uns milhares que dentro de um mês estão a ter licões de guitarra.
Não há bocas de metro que cheguem para esta gente toda.
Nos corredores todos discutem os porquês.
Comentei que talvez tivesse sido uma boa idéia, há uns anos, terem apostado em carros mais pequenos, mais económicos, mais séc.XXI.
Responderam-me que quando tens uns casa grande, coisas para transportar e criancas, tens que ter uma carrinha volvo.
A não ser que tenham que transportar árvores ou ursos, não estou bem a ver porquê.
Pensará esta gente que o normal europeu que perde metade da vida nas filas de trânsito de Paris, Londres, Lisboa, Madrid e Roma comprará um motor 2.4 a gasolina?
Imagino que para eles, colocar uma crianca dentro de um Renault Clio seja uma facanha circense…
Até que outro iluminado me disse: "Mas o volvo na américa é um carro pequeno".
Bom, então fico sem argumentos. Apostar no mercado americano é sem dúvida uma estratégia fantástica.
Leio no Expresso que o governo português vai pagar 80% dos salários do sector automóvel durantes os períodos de paragem e evitar assim despedimentos.
Tendo em conta que até o BPP salvaram, acho que ajudar trabalhadores não-virtuais não lhes fica mal.
O governo sueco aplicará a lei da selva. O mais forte sobreviverá. Não há dinheiro dos contribuintes para empresas que são autênticos buracos financeiros.
Orientem-se, dizem eles.
E assim será.
Perguntava a um colega porque ficava ele até mais tarde.
"Vou dar uma palavrinha ao chefe", dizia ele.
Em tempo de guerra, não se contam espigardas.
"Lick for you life Forrest!"

quarta-feira, dezembro 03, 2008

Bloco Central strikes again!

Zé, zé, zé….
Assim não.
Agora é que borraste a pintura.
No BPN, ainda havia a desculpa de salvar os créditos de portugueses inocentes que não desconfiavam das maroscas da administracão.
Não, não me refiro ao Dias Loureiro.
Falo dos que abriram lá conta e que de repente ficaram entalados.
Ainda papo essa.
Agora no BPP ???
Torrar dinheiro público para salvar um "amplificador de dinheiro" onde os riquinhos brincavam aos casinos?
Essa já vai pesar no boletim de voto Zé….

segunda-feira, dezembro 01, 2008

Enquanto a azia me arrelia...

...aproveito para constatar um facto.
Sem que estes coxos mereçam qualquer desculpa (aquele golo nos descontos nem nos regionais...que frangalhada!), aproveito para realçar o golo anulado.
Não tanto pelo golo, mas pela forma como foi feito.
Há uma falta, o árbitro deixa jogar e dá a lei da vantagem. Depois de ver que dá golo volta trás na decisão, com ajuda do bandeirinha.
O árbitro volta atrás numa decisão. Esta nunca tinha visto, confesso.
Mas foi bonito.
Estão a inovar.
Pelo menos isso.

Parece-me óbvio...

...há pelo menos 20 anos, que ser do benfica não é para quem quer, para quem gosta ou para quem vibra.
É para quem aguenta.
Vão-se encher dela pá!
Arre!

A moer

Tenho que voltar a este tema.
Ele não desaparece dos jornais e por cada 563 vezes em que vejo o Nogueira, tenho que dizer qualquer coisa.
A bem da bílis claro.
Ponto prévio: uma avaliacão de "quantos mais alunos passas, melhor professor és" não é correcta e muito menos justa.
Dito isto, vamos a contas.
Nenhuma avaliacão é justa e qualquer profissional é avaliado pelos seus resultados. Pelo que produz.
O padeiro é avaliado pela qualidade do pão que fabrica e isso traduz-se no número de clientes.
O engenheiro pelo número de pontes que constrói sem as ver desabar.
O financeiro pela derrapagem permitida na construcão de cada uma delas.
O polícia pela quantidade de azulejos que não aceitou para a vivenda de Aljezur.
And so on, and so on…
Só podemos ser avaliados pelos que fazemos, caso contrário, torna-se mais complicado (gosto de uma frase Luis Delgado para dar o toque).
No caso dos professores, eles ensinam e é a qualidade desse ensino que tem que ser medida.
Dizer: "quantos mais passam, melhor tu és" é pedir aos professores que aprovem tudo de olhos fechados a bem da sua própria classificacão.
Tem que haver um passo intermédio.
Um bom professor consegue ensinar os seus alunos e estes conseguem ter aproveitamento. Vendo o sistema pelo lado bom, ninguém tem que mentir, esforco e algum talento e a coisa vai naturalmente. A diferenca de talento entre professores acabará por ser reflectida nos seus alunos e na respectiva avaliacão. Promove-se assim a justica entre um razoável e um excelente professor.
Este sistema não vai castigar aqueles que gostam e sabem ensinar. Vai castigar aqueles que não arranjando outro emprego se encostam nas escolas e mandam os alunos para provas nacionais depois de terem dado 50% do programa.
Quem nunca teve um professor "só estou aqui porque não arranjo nada melhor" que levante a mão.
Há ainda outro problema, que pode cavar injusticas e que se prende com a zona das escolas. A mesma professora, não terá idênticos resultados se estiver a ensinar na D. Pedro V em Sete Rios (essa gloriosa instituicão de queques) ou na Secundária da Musgueira.
Para isso existem coeficientes de adaptacão à realidade, uma unidade que acabei de inventar e que à falta de melhor, poderia servir como argumento de subjectividade ao insuportável Nogueira.
Um pouco mais a sério…tomemos o exemplo do desporto-rei, esse maná de cultura e de boas experiências.
Na atribuicão da bota de ouro (melhor marcador da europa) os golos marcados em espanha, itália ou inglaterra têm um peso superior a golos marcados em portugal, noruega ou bélgica.
Não sei a diferenca de pesos, mas se o melhor marcador em inglaterra marcar 20 golos e o liedson se atirar para o chão 20 vezes (e marcar 20 penalties), os 20 golos em inglaterra têm um peso maior por ser um campeonato mais competitivo.
E por não deixarem o Bruno Paixão apitar lá.
Para as escolas, poderiam pensar em algo semelhante e atenuar prováveis injusticas.
Há certamente gente muito esperta e que até usa gravata para pensar nestas coisas.
Trabalhai minha gente.
Faz sentido discutir o formato da avaliacão.
Não faz sentido discutir se devem ser avaliados ou não.
Alguém pode explicar isto ao Nogueira?